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	<title>Dr.WAGNER PAULON</title>
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	<description>O seu Novo Blog no My1blog.com</description>
	<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 23:55:10 +0000</pubDate>
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		<title>A GUERRA, A LUTA, A BATALHA, A REVOLUÇÃO, A FAMILIA</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 23:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wpaulon</dc:creator>
		
	<category>ARTIGOS,TESES, TEXTOS E LIVROS</category>
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		<description><![CDATA[A GUERRA, A LUTA, A BATALHA, A 
REVOLU&#199;&#195;O, A FAMILIA
Dr.Wagner Paulon
1974 - 2008

S&#227;o naturais e previs&#237;veis, os conflitos com os pais, especialmente durante os primeiros anos da adolesc&#234;ncia. Nessa fase, os jovens, cujo horizonte mental se expande, come&#231;am a perceber que os valores e a forma de vida de sua fam&#237;lia n&#227;o s&#227;o os &#250;nicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 align="center"><font face="georgia,palatino" color="#33ff00">A GUERRA, A LUTA, A BATALHA, A </font></h2>
<h2 align="center"><font face="georgia,palatino" color="#33ff00">REVOLU&Ccedil;&Atilde;O, A FAMILIA</font></h2>
<h2 align="center"><font face="georgia,palatino" color="#33ff00">Dr.Wagner Paulon</font></h2>
<h2 align="center"><font face="georgia,palatino" color="#33ff00">1974 - 2008</font></h2>
<p class="MsoNormal" align="center"><font size="3"></font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font size="3"><font color="#ffff00">S&atilde;o naturais e previs&iacute;veis, os conflitos com os pais, especialmente durante os primeiros anos da adolesc&ecirc;ncia. Nessa fase, os jovens, cujo horizonte mental se expande, come&ccedil;am a perceber que os valores e a forma de vida de sua fam&iacute;lia n&atilde;o s&atilde;o os &uacute;nicos vi&aacute;veis.</font></font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font color="#ffff00"></font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font size="3"><font color="#ffff00">A meninada tem a convic&ccedil;&atilde;o de que a maneira &quot;como fazemos as coisas l&aacute; em casa&quot; &eacute; a &uacute;nica poss&iacute;vel e correta. Quando a m&atilde;e ou o pai diz: &quot;O Senhor e a Sra. Jos&eacute; dos anz&oacute;is s&atilde;o pessoas muito esquisitas&quot;, a crian&ccedil;a geralmente aceitar&aacute; isso como a express&atilde;o de um fato incontest&aacute;vel. Mas n&atilde;o se dar&aacute; o mesmo com o adolescente, que &eacute; capaz de perceber n&atilde;o s&oacute; que h&aacute; lugar para valores, cren&ccedil;as e formas diferentes de fazer as coisas, mas tamb&eacute;m que a maneira de ser de outros pais pode at&eacute; ser melhor que a de seus pr&oacute;prios.</font></font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font color="#ffff00"></font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font size="3"><font color="#ffff00">Se porventura, levar muito tempo, mas na maioria das vezes, o jovem acabar&aacute; por concluir que, embora os pais n&atilde;o tenham todas as respostas, suas opini&otilde;es e id&eacute;ias - conseguidas algumas vezes atrav&eacute;s de penosas experi&ecirc;ncias - ainda podem ser ben&eacute;ficos, e s&atilde;o, pelo menos, familiares.</font></font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font color="#ffff00"></font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font size="3"><font color="#ffff00">Os adolescentes algumas vezes, cuja maneira de ser se toma por modelo podem se mostrar muito mais exc&ecirc;ntricas do que se deseja ou do que se possa tolerar.</font></font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font color="#ffff00"></font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font size="3"><font color="#ffff00">Uma raz&atilde;o comum dos conflitos entre pais e adolescentes durante esses anos &eacute; a &quot;tirania do h&aacute;bito&quot;. Costuma ser dif&iacute;cil para os pais entender que seus &quot;filhinhos&quot; n&atilde;o s&atilde;o mais crian&ccedil;as e que regulamentos e normas, que podiam ser adequadas quando eles eram pequenos, agora n&atilde;o o s&atilde;o mais. E, mesmo quando eles entendam isso, costuma ser dif&iacute;cil abandonar velhos h&aacute;bitos. O problema pode ser confundido ainda mais pelas incoer&ecirc;ncias do adolescente. </font></font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font color="#ffff00" size="3"></font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font size="3"><font color="#ffff00">Assinalamos que, os adolescentes t&ecirc;m tipicamente sentimentos mistos sobre independ&ecirc;ncia e depend&ecirc;ncia. Em um n&iacute;vel, sabem que cedo ou tarde ter&atilde;o que se tornar independentes, definir seus pr&oacute;prios rumos no mundo e ser respons&aacute;veis pelas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es. De muitas maneiras a perspectiva de &quot;liberdade&quot; ser&aacute; sedutora. Mas a perspectiva de independ&ecirc;ncia, com suas responsabilidades, tamb&eacute;m &eacute;, algumas vezes, assustadora; e ent&atilde;o, a seguran&ccedil;a da depend&ecirc;ncia infantil, a certeza de que a m&atilde;e e o pai de alguma maneira &quot;p&otilde;em as coisas nos lugares certos&quot; tamb&eacute;m tem sua atra&ccedil;&atilde;o.</font></font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font color="#ffff00"></font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font size="3"><font color="#ffff00">Conflitos esses, entre necessidades de independ&ecirc;ncia e depend&ecirc;ncia podem levar a oscila&ccedil;&otilde;es s&uacute;bitas e imprevis&iacute;veis em atitudes e comportamentos. O adolescente pode ser surpreendentemente maduro, independente e respons&aacute;vel, num momento, e infantil e pouco digno de confian&ccedil;a no outro.</font></font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font color="#ffff00"></font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font size="3"><font color="#ffff00">Justamente quando m&atilde;e e pai pensam que seu filho, ou filha alcan&ccedil;ou maior liberdade, pode acontecer alguma coisa que os leve a duvidar que algum dia ele, ou ela chegou realmente a crescer. Esquecer um compromisso importante, fazer planos e depois decidir n&atilde;o realiz&aacute;-los, comprometer-se a fazer algumas tarefas necess&aacute;rias ou importantes e depois esquec&ecirc;-las, resistir indignadamente &agrave; implic&acirc;ncia dos pais quanto &agrave;s tarefas de casa e depois n&atilde;o se preparar para uma prova escolar - tudo isso s&atilde;o causas comuns do quase desespero que uma vez ou outra atormenta os pais de todo</font> <font color="#ffff00">jovem.</font></font></p>
<h1 align="center"><font color="#33ff00">&diams;&diams;&diams;</font></h1>
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		<title>LOUCURA “DOENÇA OU PRECONCEITO IDEOLÓGICO?”</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 22:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wpaulon</dc:creator>
		
	<category>ARTIGOS,TESES, TEXTOS E LIVROS</category>
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		<description><![CDATA[LOUCURA &#8220;DOEN&#199;A OU PRECONCEITO 
IDEOL&#211;GICO?&#8221;
Dr.Wagner Paulon
&#160;
Acho que &#34;loucura&#34; hoje &#233; mais uma quest&#227;o de ponto de vista da sociedade do que propriamente uma &#34;doen&#231;a&#34;, quer dizer, todas aquelas pessoas consideradas &#34;hostis &#224;s formas tradicionais de conduta&#34; s&#227;o taxadas de &#34;loucas&#34; ou s&#227;o tratadas como tal.
Para explicar melhor minha opini&#227;o, desejo transcrever alguns trechos do livro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 align="center"><font face="georgia,palatino" color="#33ff00">LOUCURA &ldquo;DOEN&Ccedil;A OU PRECONCEITO </font></h2>
<h2 align="center"><font face="georgia,palatino" color="#33ff00">IDEOL&Oacute;GICO?&rdquo;</font></h2>
<h2 align="center"><font face="georgia,palatino" color="#33ff00">Dr.Wagner Paulon</font></h2>
<p align="center">&nbsp;</p>
<h4 align="center"><font face="comic sans ms,sand" color="#ffff00">Acho que &quot;loucura&quot; hoje &eacute; mais uma quest&atilde;o de ponto de vista da sociedade do que propriamente uma &quot;doen&ccedil;a&quot;, quer dizer, todas aquelas pessoas consideradas &quot;hostis &agrave;s formas tradicionais de conduta&quot; s&atilde;o taxadas de &quot;loucas&quot; ou s&atilde;o tratadas como tal.</font></h4>
<h4 align="center"><font face="comic sans ms,sand" color="#ffff00">Para explicar melhor minha opini&atilde;o, desejo transcrever alguns trechos do livro Nova Consci&ecirc;ncia (Luis Carlos Maciel, Eldorado, 2)8 p&aacute;gs. 1973) no qual &eacute; trajado o assunto num artigo intitulado. Muito Louco. Bicho: &quot;O celebre poema Howl, de Allen Ginsberg, considerado na d&eacute;cada dos 50 uma esp&eacute;cie de manifesto da beat generation, &eacute; em sua &uacute;ltima parte uma saud&aacute;vel sauda&ccedil;&atilde;o ao poeta Carl Solomon, que se encontrava internado no hosp&iacute;cio de Rockland. A experi&ecirc;ncia da insanidade mental &eacute;, certamente, uma experi&ecirc;ncia radical, uma situa&ccedil;&atilde;o-limite que ainda n&atilde;o foi devassada como devia. Em seu poema, Ginsberg tra&ccedil;a a trajet&oacute;ria tr&aacute;gica de sua gera&ccedil;&atilde;o, da ang&uacute;stia &agrave;s drogas e, destas ao hosp&iacute;cio. Solomon &eacute; seu personagem t&iacute;pico, her&oacute;i dessa trajet&oacute;ria moderna&quot;.</font></h4>
<h4 align="center"><font face="comic sans ms,sand" color="#ffff00">Segundo Luis Carlos Maciel, os mais atingidos pela &quot;doen&ccedil;a mental&quot; s&atilde;o todas aquelas pessoas que ousam desafiar as regras do establishment, e este, por sua vez, tenta silenci&aacute;-lo atrav&eacute;s de &quot;tratamentos psiqui&aacute;tricos&quot;, que s&atilde;o marcados pelos meios mais violentos de nossa &eacute;poca. &quot;&Ecirc; uma pena&quot;&#8211; escreve LCM &#8212; &quot;que testemunhos pessoais sobre o processo n&atilde;o apare&ccedil;am com freq&uuml;&ecirc;ncia. &Eacute; chato para qualquer um confessar que j&aacute; andou meio louco ou foi tratado como tal. A moralidade estabelece, de maneira mais ou menos definitiva, que quem foi internado num hosp&iacute;cio perdeu para sempre o t&iacute;tulo humano. E os que escaparam &agrave;s garras da doen&ccedil;a devem tentar recuper&aacute;-los trav&eacute;s do sil&ecirc;ncio. Mais uma vez, aqui, a desumanidade dos preceitos e preconceitos evita que se lance luz sobre alguns aspectos mais significativos da exist&ecirc;ncia humana. Em assunto t&atilde;o proibido, poucos tiveram a coragem de&nbsp; dar seu&nbsp;depoimento&quot;.</font></h4>
<h4 align="center"><font face="comic sans ms,sand" color="#ffff00">Essa falta de testemunho &eacute; provocada pelo terror adquirido pelo paciente ou ex-paciente durante sua interna&ccedil;&atilde;o, aos choques el&eacute;tricos, &agrave;s comas de insulina e tudo o mais, e ele, naturalmente com medo de voltar &agrave;quele inferno, recusa-a fazer qualquer declara&ccedil;&atilde;o a respeito.</font></h4>
<h4 align="center"><font face="comic sans ms,sand" color="#ffff00">LCM transcreveu ainda o depoimento de Solomon, que atravessou um tratamento de 50 comas de insulina e conta tudo em detalhes: &quot;Cedo&nbsp;&nbsp; a&nbsp; coma&nbsp;&nbsp; confirma&nbsp;&nbsp; todos&nbsp;&nbsp; os medos do paciente&quot; &mdash; escreve Solomon. &quot;O que come&ccedil;ou com um sono drogado&nbsp;&nbsp; transforma-se&nbsp;&nbsp; de&nbsp;&nbsp; maneira&nbsp; org&acirc;nica&nbsp; &nbsp;em&nbsp;&nbsp; um&nbsp;&nbsp; dos&nbsp;&nbsp; milh&otilde;es&nbsp;&nbsp; de universos&nbsp; psicof&iacute;sicos&nbsp; que&nbsp; se&nbsp; devem atravessar antes de ser acordado por sua dose de glicose. A coma destr&oacute;i a mem&oacute;ria&nbsp;&nbsp; do paciente&nbsp; enquanto&nbsp; a glicose engorda&nbsp; at&eacute; a deforma&ccedil;&atilde;o&quot;.</font></h4>
<h4 align="center"><font face="comic sans ms,sand" color="#ffff00">Solomon conta sua experi&ecirc;ncia com mais detalhes em seu documento &ldquo; Report from the Asylum&rdquo;, de indiscut&iacute;vel import&acirc;ncia, onde s&atilde;o analisadas as rela&ccedil;&otilde;es entre o louco e a sociedade, n&atilde;o do ponto de vista psiqui&aacute;trico, mas do ponto de vista do doente.</font></h4>
<h4 align="center"><font face="comic sans ms,sand" color="#ffff00">A psiquiatria enumera os v&aacute;rios tipos de doen&ccedil;as mentais, fazendo distin&ccedil;&otilde;es, enredando-se freq&uuml;entemente em suas pr&oacute;prias defini&ccedil;&otilde;es na hora de fazer um diagn&oacute;stico concreto. O fato &eacute; que o choque el&eacute;trico &eacute; usado para todas elas, como meio de cura. Os psiquiatras dizem que o choque cura, mas n&atilde;o sabem por que cura.</font></h4>
<h4 align="center"><font face="comic sans ms,sand" color="#ffff00">&quot;Vi com clareza&quot; &mdash; escreve Seymour Krim &mdash; &quot;que insanidade e psicose n&atilde;o podem ser mais respeitadas como defini&ccedil;&otilde;es que tenham um sentido, mas s&atilde;o apenas usadas por alguns indiv&iacute;duos que det&ecirc;m o poder social, para tratar maneiras de se comportar de pessoas que s&atilde;o estranhas, amea&ccedil;adoras e obscuras para eles&quot;. Krim tamb&eacute;m passou um certo tempo internado. Escritor da beat generation, teve uma violenta crise de depress&atilde;o. Tentou o suic&iacute;dio, tomando uma dose excessiva de barbit&uacute;ricos. Encontrado ainda com vida, foi levado p&aacute;ra um hospital, onde foi salvo. Ainda meio drogado, foi levado do hospital para um hosp&iacute;cio. Ficou l&aacute; quatro meses, brigando e reclamando como todo mundo o seu direito &quot;&agrave; inseguran&ccedil;a da liberdade&quot;.</font></h4>
<h4 align="center"><font face="comic sans ms,sand" color="#ffff00">Quando o soltaram, sua primeira atitude foi escrever um ensaio: The Insanity Beat. &quot;Mais radical que Solomon &mdash; escreve LCM &mdash; &quot;endossando plenamente as conclus&otilde;es de Artaud, Krim vai afirmando de sa&iacute;da que a insanidade, hoje, &eacute; uma quest&atilde;o de defini&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o de fato. A palavra loucura, diz ele, s&oacute; pode ser usada literariamente, n&atilde;o teve nada a ver com ci&ecirc;ncia; insanidade &eacute; uma concep&ccedil;&atilde;o legal anacr&ocirc;nica e t&atilde;o r&iacute;gida quanto uma pe&ccedil;a de Ibsen; e mesmo o moderno termo antiss&eacute;ptico psicose parece-lhe t&atilde;o suspeito de preconceito ideol&oacute;gico que deve ser mantido &quot;&agrave; dist&acirc;ncia de um bra&ccedil;o, como um rato morto&quot;.</font></h4>
<h4 align="center"><font face="comic sans ms,sand" color="#ffff00">Luis Carlos Maciel recebeu muitas cartas de psiquiatras, cartas cheias de termos cient&iacute;ficos, e outras coisas. Naturalmente esses psiquiatras e psic&oacute;logos n&atilde;o entenderam o sentido de seus artigos, que v&ecirc; o problema do ponto de vista muito mais social do que cient&iacute;fico.</font></h4>
<h4 align="center"><font face="comic sans ms,sand"><font color="#ffff00">O pr&oacute;prio Luis Carlos Maciel escreve a respeito: &quot;S&oacute; recebi dois tipos de cartas: as de m&eacute;dicos psiquiatras ou psic&oacute;logos, isto &eacute;,&ldquo;de especialistas da mat&eacute;ria&rdquo;, e as de ex-pacientes de sanat&oacute;rios, isto &eacute;, de pessoas que sofreram a &quot;mat&eacute;ria&quot; na carne. O conte&uacute;do das cartas revela algo da natureza humana. Todos os psiquiatras que escreveram arrasaram meus artigos; todos os seus os &nbsp;ex-pacientes me enviaram palavras de simpatia e, principalmente, gratid&atilde;o&#8230; Algumas de suas cartas (dos psiquiatras e psic&oacute;logos) est&atilde;o escritas como desesperadas defesas de profiss&atilde;o que, a julgar por elas. teria sido enxovalhada pelos meus artigos</font>&quot;.</font></h4>
<h1 align="center"><font color="#33ff00">&diams;&diams;&diams;</font></h1>
<p> <font face="georgia,palatino"><br />
<h2 align="center"><font size="5"></font></h2>
<p> </font>
</p>
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		<title>CRUZ VERMELHA BRASILEIRA (SÃO PAULO) CAMPANHA DO AGASALHO 2008</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 02:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wpaulon</dc:creator>
		
	<category>CRUZ VERMELHA BRASILEIRA</category>
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		<title>LOGO PSIQUE (PSICANÁLISE)</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 01:20:19 +0000</pubDate>
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		<title>LOGO ELÍPTICO 1 (PSICANÁLISE)</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 01:04:55 +0000</pubDate>
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		<title>LOGO PLANETA TERRA (PSICANÁLISE)</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 00:59:56 +0000</pubDate>
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		<title>LOGO MAIS ANTIGO 50 ANOS (PSICANÁLISE)</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 00:54:24 +0000</pubDate>
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		<title>LOGO CRUZ TRADICIONAL (PSICANÁLISE)</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 00:45:54 +0000</pubDate>
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		<title>LOGO INTERNACIONAL (PSICANÁLISE)</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 00:41:44 +0000</pubDate>
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		<title>CADUCEU DA PSICANÁLISE</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 02:02:02 +0000</pubDate>
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	<category>CADUCEU DA PSICANALISE</category>
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